Low Carb: Como Funciona Na Prática!

Esqueci de apertar aqui. “Parece que eu estou ao vivo em tudo quanto é canto”.

Fala pessoal do Youtube, fala pessoal do Facebook, boa noite “procêis”, boa noite!

Hoje eu estou aqui com um cara que eu conheci recentemente, mas que as ideias bateram muito bem.

A gente trocou algumas ideias bem legais e ele está muito de acordo com algo que eu estou seguindo de uma maneira diferente.

Por muito tempo eu fui o cara contra alguns conceitos de dietas.

Sempre estudei muito, mas sempre fui contra alguns conceitos de dieta porque na real eu ainda acredito nisso: que a principal mudança é uma mudança comportamental.

Enquanto você se apegar ao que você precisa fazer uma dieta “x” ou uma dieta “y”, dificilmente você vai emagrecer.

Porém, todavia, entretanto, já que você sabe que você vai ter que mudar a sua alimentação, já que você sabe que você vai ter que parar de comer algumas coisinhas e passar a comer outras coisinhas, que você faça isso da maneira mais fácil possível, que você faça isso da maneira mais saudável possível e que você faça isso de uma maneira mais simples.

Eu, daqui a pouco, vou contar um pouquinho mais da minha história, mas essa live aqui vai ser bem bacana, vai ser uma live com bastante conteúdo.

Então, já vai me dando um coração que eu sou de câncer, eu sou carente, eu gosto de coraçãozinho.

O Michel, qual que é o seu signo?

Gêmeos.

Ah, gêmeos eu não sei se é carente.

Dizem que câncer é carente, então eu me assumo como carente às vezes.

Vai me dando coraçãozinho aí que eu quero ver coraçãozinho de vocês, mas beleza, deixa eu chamar aqui.

Eu estou aqui com o Michel.

O Michel é personal de saúde.

O cara é faixa preta em Jiu-Jitsu, é personal trainer, é o cacete a 4.

Conheci ele em um projeto que a gente está fazendo junto de algumas coisas e ele me abriu muita luz para o Low Carb de uma maneira diferente como eu nunca havia testado, eu nunca havia visto e comecei a testar cara.

Tive muitos resultados, principalmente em disposição, energia e até em emagrecimento.

Então eu trouxe ele aqui para conversar um pouquinho com a gente, para bater um pouquinho de papo com a gente.

Michel, boa noite. Seja bem-vindo. Se apresente aí para essas meninas queridas do meu coração.

Boa noite, sábias palavras. Gostei bastante da primeira parte que você disse: “Tem que pensar na maior parte das vezes em mudança comportamental”.

Onde houver dieta, precisa mudar o comportamento, o hábito de vida. Legal. Acho bacana.

Show de bola, show de bola.

Eu acho que a base para a sustentação de qualquer mudança é você mudar o seu modelo mental e aí dentro disso, você encaixa outras mudanças, né?

Eu sempre falo que o problema não é o sal que você come ali, ou alguma coisa…

Sempre o problema é o exagero das coisas, né?

E dentro disso vamos procurar uma maneira mais legal para encarar essa situação de uma maneira mais divertida, de uma maneira mais gostosa e que desperta mais energia.

Mas, bora para o pau aqui Michel.

Explica um pouquinho mais porque a gente sempre vê, eu sempre ouço muito, falar Low Carb, que diabo, que po#@ é Low Carb?

Eu sempre vejo muito aquela “LCHF” e quando o pessoal, as blogueiras, postam no Instagram assim: “Ah, LCHF”, “Low Carb”, “Refeed”

Explica um pouquinho melhor o que é a Low Carb? Quais são os conceitos dela? Dá uma palavrinha aqui sobre isso!

Eu acho importante explicar que tem vários tipos de Low Carb, né?

Não é só um tipo, mas é, basicamente, tentar diminuir o máximo possível do carboidrato.

Explicar rapidamente sobre hormônios, né?

Quanto maior o seu pico glicêmico, quanto maior a quantidade de açúcar que tiver no seu sangue (quando você faz o exame de sangue, por exemplo), maior a dificuldade que é para poder emagrecer.

E consequentemente a isso, saíram vários estudos explicando que não é só a quantidade que você come, mas aquilo que você come.

Descubra como você pode emagrecer até 30 kg em 6 meses sem ficar horas na academia, sem fazer dietas malucas e sem tomar remédios para emagrecer!

Você pode ter, por exemplo, uma quantidade calórica muito maior do que uma dieta tradicional e mesmo assim continuar emagrecendo, então, a partir disso, fizeram uma dieta, não com muito carboidrato, né?

O carboidrato é importante, mas com baixo carboidrato, para que facilite essa perda de peso, comendo.

Você consegue comer, consegue ter uma pegada legal no seu dia e consegue emagrecer ao mesmo tempo com alimentos de qualidade.

Não é uma dieta da moda!

Hoje em dia tem muito estudo científico falando sobre isso.

Muita gente me pergunta, muitos alunos meus: “Mas dá certo”?

Eu falo: “Dá certo”.

É uma questão de adaptação, uma questão de hábito, de força de vontade, de comportamento, mas o resultado acaba sendo muito efetivo.

Basicamente, ela tem legumes e vegetais, a gente vai falar sobre proteína.

E a grande diferença do Low Carb comparado a Atkins e essas outras dietas, é que tem também um pouco da gordura, não há um exagero de gordura, mas há gordura para dar sabor ao alimento, para poder deixar a vida um pouco mais gostosa nesse sentido.

Quando a gente fala de Low Carb, acho que…

Sempre, quando a gente pensa em dieta, a primeira coisa que as pessoas pensam é em cortar o carboidrato, acho que até por conta da popularização da Dukan nos últimos anos, né?

Então, primeira coisa é aquele suicídio do cortar carboidrato.

Você explicou um pouquinho mais da parte hormonal, mas explica o porquê do carboidrato. Para que serve e qual que é a função dele no nosso organismo e os benefícios ou não de cortar o carboidrato.

Tá. Vamos lá. Eu vou tentar ser um pouquinho resumido porque se eu começar a falar, eu vou até amanhã.

1ª Coisa: o carboidrato é um substrato de energia básico, ele é um amido, né?

Então, ele é importante para o nosso corpo poder ter energia.

Ao mesmo tempo, o excesso de carboidrato não é interessante, é diferente de uma gordura, de uma proteína, ele não tem nenhuma vitamina associada ou não ajuda na absorção da vitamina, no caso da gordura.

Então, o carboidrato, quando…

Principalmente os carboidratos refinados, né? Vamos falar em farinha branca, em açúcar.

Ele atinge o nosso corpo ferozmente.

O nosso corpo…

Pensa na idade das pedras!

Agora eu vou falar um pouco de paleolítica também, que é mais ou menos o mesmo princípio, né?

Só tem algumas diferenciações, depois eu até explico, mas manter o foco agora.

Quando você coloca muita farinha branca, muito açúcar, o seu pico glicêmico, a sua glicemia sobe muito e para abaixar essa glicemia, você precisa da insulina.

Quando a insulina entra no seu corpo, ela começa a agir, o seu pâncreas produz a insulina, ela fala assim: “Opa, vamos estocar”.

É como se fosse um reloginho, você abaixa a glicemia, a sua glicemia fica baixa, você começa a queimar, começa a consumir a gordura do seu próprio corpo.

O nosso corpo é inteligente: quando você aumenta a glicemia, deixando a glicemia alta, “Opa, tem demais, vamos estocar, eu não sei quando eu vou comer de novo”.

O nosso corpo é igual da idade das pedras.

Então o princípio é esse.

Tivemos pouca evolução: o macaco, por exemplo.

Então, 99,5% da população sempre foi magra.

Esse 0,5% que é agora que as pessoas começaram a engordar pela quantidade excessiva de carboidrato.

O carboidrato é importante, eu volto a falar, mas qual carboidrato deve ser consumido e de qual forma também? Essa é a grande diferença.

Eu acho que o grande problema aí não é…

A galera coloca o carboidrato como muito o vilão das coisas.

Então, tipo assim: “ah não, o carboidrato isso, o carboidrato aquilo”, mas pera lá, o que a gente está falando? A gente está falando de qual tipo de carboidrato?

Porque, poxa, se você colocar macarrão, arroz, qualquer coisa que tenha farinha branca, isso é uma mer#@ por si só, né?

O problema não é o carboidrato em si, o problema não é o carboidrato de boa qualidade, o problema é o carboidrato de uma qualidade ruim, uma qualidade que não vai acrescentar em nada.

E eu acho que quando você consegue…

Como o Jorge Bentes Emagreceu 80 Kg

Um dos benefícios que eu sentia, eu sinto na pele é quando a gente fala principalmente desse controle porque quando você come, da maneira como você come, é muito em relação à parte energética, né?

Eu não sei quem está assistindo a gente aqui, eu não estou conseguindo acompanhar os comentários, mas eu tinha…

Cara, depois do almoço para mim era fatal, fatal e fatal, de sentir sono assim, de ficar na frente do computador, assim, olhando para o além.

Eu olhava para o computador, mas parecia que eu estava olhando além do horizonte, que nem aquela música do Jota Quest, pô, eu estava longe.

Isso tem muito a ver também com essa questão da insulina, né Michel?

Isso. Perfeito. Se eu puder até fazer um comentário em cima do que você falou, até puxando o meu lado, que é um pouco de lutas, né?

Um atleta do UFC, que eles se pesam um dia antes, né? Aquela pesagem, não falam assim: “Agora que eu pesei, eu vou comer açúcar para caramba, eu vou comer doce, eu vou comer macarrão, farinha branca porque o meu peso vai subir de novo”.

Nem pós-pesagem!

Esses atletas acabam consumindo farinha branca e açúcar porque é um carboidrato de má qualidade.

Isso acaba dando cansaço no nosso corpo muito grande. Nosso corpo sofre para poder absorver esse alimento. Como você bem colocou, comeu demais no almoço, dá aquela preguiça monstro e não dá vontade de trabalhar, fala: “Nossa, tem que trabalhar agora? Tem o segundo tempo. Meu Deus do céu, como é que eu vou aguentar até as 7, 8 horas da noite, 6 horas da tarde, enfim”.

Então, acaba acontecendo isso.

Então, carboidratos bons sempre bem-vindos.

Carboidratos refinados acabam atrapalhando mesmo, né?

E a quantidade também deles no dia-a-dia. Perfeita a sua colocação, perfeita.

E uma parada aí: porque eu sempre gosto de entender o porquê das coisas, né? O porquê criou tanto uma dependência do carboidrato, né? Tem muito a ver com a pirâmide alimentar, onde por muito tempo ela foi a base, né? O carboidrato era a base da pirâmide. Você consegue explicar um pouquinho disso aí?

Consigo. Eu vou…

Tem dois 2 fatos que foram bem importantes para a gente ter esse aumento de carboidrato.

O 1º deles é que após a 2ª guerra mundial, se a gente colocar, teve uma escassez muito grande de alimentos, né? Então eles começaram a criar a indústria, vários alimentos para poder suprir essa – como é que eu vou dizer para você – essa falta na sociedade.

Começou a faltar alimento, a indústria por sua vez começou a desenvolver o glúten, né?

A quantidade… Comecei a ter que usar farinha de trigo e começaram a criar vários experimentos, então ali já foi o 1º passo.

E o que aconteceu com os políticos, né? Se a gente puder falar assim, né? Veio os polícias atrapalharem a gente. Nos anos 60, 70 nos Estados Unidos, foi a primeira diretriz sobre alimentação e teve estudos errados falando que o vilão era a gordura e o carboidrato era bom.

E nunca se engordou tanto quanto dos anos 70 para cá, principalmente aonde? Nos Estados Unidos.

Então eles colocaram a gordura como vilã: começaram a vender uma série de alimentos que teoricamente são sem gorduras.

Então, você precisa da indústria para você poder consumir aquele determinado alimento.

Você precisa gastar o dinheiro, você não vai numa feira, você não vai num açougue. Você precisa de uma grande marca para isso e consequentemente, tiveram pessoas com grande dificuldade de emagrecimento em virtude disso, que achavam que estavam fazendo o certo e não era.

E só para explicar o porquê… Como que eram os estudos anteriores, como que é o estudo agora, né? Eu vou falar um pouco sobre estudos.

Uma coisa é o estudo de amostragem, a gente olha e pode falar assim: “Olha, determinadas pessoas tiveram comportamento tal”, mas o que causou isso?

Daí eles começaram a fazer novos estudos randomizados, com o porquê, testando as pessoas realmente para poder chegar nesse sentido.

Então, hoje tem muito material científico falando os males do carboidrato e não colocando a gordura como total vilã.

Então, hoje o que a gente faz está voltando à idade paleolítica.

A gente fazia pelo menos no século passado, enfim, já começa no ano retrasado, enfim.

Então é meio complicado, começou basicamente 2ª guerra mundial com a escassez de alimentos, né?

A grande indústria sobre isso e depois com os Estados Unidos, anos 60, 70; os políticos, eu não vou poder afirmar 100%, mas é o que dizem, né?

Supostamente que a indústria bancou, pagou propina para que eles pudessem seguir nessa linha, mas é só uma suposição.

A indústria alimentícia ela é bem sacana, né?

Ela é bem pilantra, principalmente no sentido de pesquisas, a gente vê um monte de pesquisa pouco fundamentadas, mas que elas mostram o que elas querem mostrar.

Eu brinco que na nutrição, você tem evidência para todos os lados, tanto…

Você vai pegar qualquer dieta vai ter alguém falando bem, alguém falando mal, mas você tem que ter um pouquinho de cautela, principalmente para avaliar essas coisas.

“Poxa”, saiu um estudo, eu não sei se você ficou sabendo do óleo de coco, não foi um estudo; foi uma reportagem, falando que o óleo de coco era uma mer#@ e que o óleo de canola… Você chegou a ver isso aí?

Cheguei. Foi uma grande polêmica, né?

Foi até um programa da manhã que eu não posso falar o canal que passa, enfim.

Tem duas apresentadoras, né?

Veja bem, né?

E quem anuncia não é por exemplo, a Copra, que é uma marca de óleo de coco por exemplo, quem anuncia nas grandes é Cargil, né? Que é o óleo Lisa, né? Aí vai falar em grandes, Unilever, tudo mais.

Então eles colocaram a Canola que é um óleo extremamente alergênico, é importante até frisar para os ouvintes que o grande problema de um óleo bom ou ruim é o quanto que ele é alergênico, então tem óleos vegetais altamente processados com Ômega 6, que são alergênicos.

Então, não é o óleo de coco que vai fazer mal, mas sim uma canola.

Se você for estudar o que é canola: é uma planta extremamente alergênica, que faz muito mal porque eles tentam tirar essa acidez dela para vender.

E não é um óleo saudável, né?

Carne de porco talvez seja mais saudável, talvez não, com certeza é muito mais saudável do que um óleo que gera uma inflamação muito grande.

Até aproveitando o gancho, nesse mesmo canal, eles também falaram, “Ah, quem não consome glúten, pode ter grandes quantidades de diabetes tipo 2”.

Como eu gosto de estudar, eu entrei na Universidade de Harvard, fui ler um estudo, como assim, né? Uma coisa não faz sentido. Aí o que eles querem dizer com tudo isso, tem que ter só um pouco de cuidado, tem que ter um pouco de discernimento nesse momento.

Quem não consomem glúten, pode ser que consuma menos fibras e quem consome menos fibras, pode ter maior diabetes tipo 2 porque, às vezes, tem uma coisa indireta no meio e quem faz uma dieta com baixo, não tirando tudo, mas baixo glúten, come mais fibra, é natural.

Dieta da sopa faz perder peso ou apenas desinchar?

O glúten, a farinha branca não tem fibra alguma, né? Então é complicado esse tipo de coisa, mas é só importante…

A minha filosofia ultimamente tem sido simples, principalmente para saber o que é saudável e o que não é saudável.

Esse exemplo do óleo de canola é muito simples, então se você pegar…

Eu não lembro quem falou isso, mas eu gostei da analogia, falou: se você pegar uma planta e espremer, ela não sai óleo nenhum, ela sei lá, vai sujar a sua mão, agora, se você pegar o óleo de coco, você consegue extrair óleo dali, se você pegar óleo de nozes, você consegue extrair óleo ali e à frio, sem o processamento químico, sem altas temperaturas.

Então, vamos ser realistas, se a Terra te deu isso de maneira natural, qual que é a chance de ser um veneno para você? Poxa, qual que é a chance de ser um veneno para você?

Então, toma muito cuidado com isso, principalmente quando a gente vê…

Eu acho que hoje tem uma moda muito grande dessa indústria, a gente vê uma indústria de suplementos cada vez mais forte com coisas novas e mirabolantes e a gente vê a indústria alimentícia cada vez com rótulos mais bonitos e rótulos mais chamativos, quando na verdade é simples, pensa simples que você vai ver que é muito simples as coisas.

Mas, Michel, falando um pouco aqui…

Eu acho que a gente vai ter que quebrar esse assunto aqui em várias outras livesi, senão vai ficar muito extenso, o pessoal me xinga aqui depois.

Falando um pouquinho disso, Low Carb, agora, eu acho que o principal vilão das coisas foi nomeado errado, né?

A gente sempre ouviu as coisas…

Ouvia muito mal sobre gordura porque “Ah, a gema do ovo é um veneno”, “Ah, a manteiga é uma mer#@”, “Ah, a gordura… você não pode comer isso porque é gorduroso”, enquanto você está entupido, se entupindo de açúcar e farinha branca.

Então, antes da gente finalizar também porque eu acho que finalizo com o texto aqui que a gente precisa falar aqui para depois numa outra Live, a gente explicar um pouquinho melhor outras coisas, qual que é a função, o porquê da gordura, o porquê da ingestão um pouquinho maior de gordura, e de gorduras boas.

A gente não está falando aqui de gorduras ruins. Gorduras boas. Primeiro explica o que é uma gordura boa e onde isso entra e por que disso tudo?

Excelente pergunta. Importante explicar isso tudo. Eu vou pontuar de 3 formas, a 1ª coisa: a gordura tem um alto poder de saciedade, diferente do carboidrato.

Quando você come carboidrato, 2, 3 horas, você vai ter um pico glicêmico, vai dar o efeito rebote e você vai querer consumir de novo.

Um exemplo para que as pessoas entendam é quando a pessoa bebe uma bebida alcoólica de uma quantidade muito grande, tá? Ela tem um efeito rebote, e precisa de insulina para poder ativar a glicerina novamente.

É um pouco mais drástico, o álcool, mas é importante como um exemplo comum, as pessoas conhecem dessa forma.

O exemplo simples disso é você bater aquele pratão de macarrão no domingo 12 horas e as 16 horas da tarde você quer comer de novo porque você está com fome de novo.

Perfeito, a gordura tem uma saciedade muito grande, ela gera uma saciedade, 1ª coisa.

E a segunda que é o principal, a base, acho que a principal dica que eu puder dar hoje para todo mundo é: a base do Low Carb não é gordura, a base do Low Carb é uma proporção de proteína, vegetais e gordura.

Não é para você sair comendo gordura a todo direito, calma, tem que ter um pouco de discernimento também.

Tem que ter um bom senso. Para fazer os vegetais, a gordura é muito importante, dá gosto, você fazer legumes com manteiga, bem temperado, é uma delícia.

Você pode fazer um macarrão de abobrinha, você pode fazer um macarrão de pupunha.

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A minha namorada fez esses dias para mim, eu adorei, ela fez berinjela com parmesão e tinha o gosto da berinjela, muito gostoso.

A gordura acaba ajudando na preparação dos alimentos, né?

Então, isso é muito bom, isso é muito bacana.

Então, a gordura tem essa função e uma gordura ruim é uma gordura processada, como você bem colocou.

Uma gordura que foi feita através da indústria e tudo mais.

E a consequência é que ela é altamente alergênica, até você falou do óleo de coco, as propriedades do óleo de coco são as mesmas do leite materno, só para você entender o quanto que é importante o óleo de coco para todo mundo.

Então, colocando assim, só em resumo, ela gera uma saciedade muito grande e ela ajuda na preparação dos alimentos. Ela faz os alimentos serem gostosos e você consegue ter um estilo de vida, tem um comportamento melhor e não fazer uma dieta Atkins, que não é que seja ruim, mas à longo prazo eu acho complicado, à longo prazo você acaba sofrendo demais e acaba desistindo.

Eu acho que o grande ponto da virada aí, que fez eu querer eu posicionar um pouquinho melhor em relação a isso, é exatamente essa parada de diversificar um pouco mais.

Você sair do frango com salada ou do ovo e criar um leque maior de alimentos ali, criar um leque maior de opções.

E acho que um ponto importante de citar também em relação a gordura é porque… Poxa, eu atuo já há quase 3 anos aí com emagrecimento e eu percebo que você fala para a pessoa tirar carboidrato, uma das primeiras reclamações dela é: “Ah, mas eu vou ficar fraca”, “Ah, mas eu vou ficar sem ter energia”, “Ah, mas eu vou ficar cansado”.

Explica um pouquinho Michel que eu acho que isso é muito importante da parte de energia, né?

Legal, legal, eu vou explicar…

Principalmente quando você consegue entrar nesse equilíbrio.

Toda, toda dieta, toda mudança de comportamento, o ser humano, o corpo do ser humano gera uma adaptação, como?

Vou dar um exemplo: “Ah, saí de férias, voltei a trabalhar, preciso acordar cedo”. É uma questão de adaptação. O que a literatura nos diz é de 2 a 4 semanas você já está perfeitamente adaptado ao Low Carb e consegue seguir normalmente.

Se eu puder colocar uma opinião pessoal: muito melhor você fazer boas receitas, conseguir fazer, bons pratos e ter atividade do que dessa parte, eles falam até 6 semanas, um pouco mais pelo consumo energético acaba sendo maior.

Eu sou atleta, segui Low Carb, eu sou um atleta de Jiu-Jitsu, vou lutar o Campeonato Brasileiro agora domingo e eu sigo Low Carb, eu estou na minha semana e eu consigo treinar normalmente com o Low Carb. Já estou extremamente adaptado.

Sim, sim e eu gosto da referência. A maior metáfora que eu gosto é assim: você é o cara que vai falar bonito aqui, você vai falar todas as partes, todos os termos bonitos da coisa e eu vou ser o cara que eu falo a linguagem mais popular, então imagina assim:

Imagina quando você come um monte de farinha branca, um monte de açúcar, você tem um pico de energia. Imagina que você é uma locomotiva, que aí você usou como combustível gasolina, que ali tem uma combustão muito rápida, então você jogou ali, pegou fogo, acabou de novo.

Quando você opta por este estilo de vida, é como se a sua locomotiva tivesse sendo movida a carvão, onde você tem energia durante todo o dia e essa queima de energia, essa queima do carvão ela é mais lenta.

Então, po#@, isso eu acho fantástico, isso eu acho do “cacete”, na real, é você almoçar e você não ficar com sono à tarde, cara.

Eu era um cara, juro por Deus, eu era um cara que eu dormia quase na frente do computador à tarde e hoje à tarde eu almocei, eu não sinto mais diferença, eu não sinto mais aquele peso no estômago, parece que está conversando com a comida, ela está inteira.

E é engraçado, né?

Eu falo que o ser humano é o ser mais incrivelmente burro que eu conheço na face da Terra porque a gente é meio idiota mesmo porque a pessoa fala assim: “Eu só funciono depois das 11 da manhã”, então ela acorda às 6 da manhã e só começa a funcionar depois das 11, aí ela vai almoçar 12:00.

Aí ela chega, almoça, ela entope o carro dela, né, de combustível ruim.

Coloca um monte de combustível ruim. Coloca uma gasolina muito ruim e aí chega à tarde ela também não consegue pensar direito porque o carro dela não está com o combustível bom, ou seja, você jogou o seu dia inteiro fora poxa.

Então, eu acho que a gente, eu acho não, eu tenho certeza, a gente precisa parar de olhar a comida da maneira que a gente olha, a gente precisa parar de pensar ao longo da vida.

O método Em Paz Com a Balança funciona mesmo?

“Ah, que comida não é parar ser […]”. Como que é? “O remédio é para ser ruim, comida é para ser gostosa”.

Poxa, então que seja gostosa e que seja o seu remédio.

Faça do remédio a sua comida ou da sua comida, o seu remédio. Use isso a seu favor e você vai ver o quanto as coisas se encaixam no seu dia a dia.

Como eu acordo muito cedo, eu estou dormindo em média 5 horas por dia, eu acordo com muita disposição, eu vou dormir bem, eu não tenho mais aquelas fadigas que você tem ao longo do dia e é batata o dia que eu como doce, o dia que eu como açúcar, o dia que eu exagero um pouco, a minha qualidade de energia, ela diminui.

Eu acordo já mais cansado e eu estou mapeando isso.

Eu tenho o hábito de escrever tanto antes de dormir e depois de fazer o meu ritual matutino, então eu percebo o quanto isso interfere diretamente.

Michel, eu acho que a gente vai fechar, vamos fechar por hoje até porque eu não estou acompanhando comentários, pode ser que esta Live esteja uma mer#@ em sentido de qualidade para que a gente não perca e já deu meia hora quase, talvez um pouco mais.

Para que a gente quebre também isso um pouco e continue em outros assuntos aí.

Obrigado por você comparecer, pela sua disponibilidade de estar aqui numa terça-feira, quase 10 horas da noite.

Agradeça à sua noiva, à sua namorada, aos seus clientes. Obrigado. Quer deixar alguma… Como que o pessoal faz para te encontrar, se alguém quiser conhecer um pouquinho mais sobre você, sobre o seu trabalho, como que te acha aí?

Cara, primeiro obrigado, né?

Eu que agradeço a oportunidade de poder divulgar.

Eu sempre tento promover saúde antes de mais nada, eu acho que o importante é as pessoas poderem ter uma atividade física melhor, poderem se cuidar, isso para mim já é um presente, né?

Que eu tenha a sociedade, então eu tenho ao mundo. O mundo me deu bastante coisa bacana e eu quero ter a oportunidade de fazer o mesmo, né?

Então, eu agradeço você. Obrigado mesmo pelo canal, por tudo e quem quiser me achar, eu estou no Facebook, né?

É facebook.com/professorprofmichel, então pode me adicionar lá, se precisar me mandar dúvida, manda no Messenger. Às vezes eu estou dando aula, depois eu respondo, não tem problema nenhum. Só me achar que eu estou lá.

Show de bola. Cara valeu pela disponibilidade, acho que a gente vai aparecer outras vezes aqui para falar sobre esse assunto e sobre atividade física também, acho que dá para gerar bastante conteúdo.

Se você tiver alguma dúvida, é só deixar…

Se você tiver no Youtube, deixa aqui nos comentários.

Se você tiver no Facebook também, deixa aqui nos comentários, depois eu leio lá e a gente começa a gerar um conteúdo personalizado. Beleza, Michel? Abraço para você. Boa noite.

Meninas queridas do coração, beijo na alma de vocês. Beijo na palma da mão. Beijo no bumbum. Até mais. Deixa eu finalizar aqui.

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